quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

REPRESENTAÇÃO DO AUTO DA BARCA DO INFERNO - TEXTO CRÍTICO

A peça “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, foi representado pela Companhia Arte d'encantar, em Matosinhos, e teve, no meu ponto de vista, um impacto enorme no público. É uma peça marcante.
Primeiramente, o espaço é muito agradável, quente e confortável. O som foi muito bem programado. As personagens retrataram fielmente o texto, respeitando as didascálias, a intensidade da voz, entre outras. No entanto, houve personagens que não atraíram tanto o público como outras. Começando pelo Diabo. É uma personagem alegórica e retrata o mal ligado ao Inferno. Na minha opinião, teve um papel fundamental no desenvolvimento desta representação, devido ao número de falas que teve de decorar e a sua expressividade. O Anjo é também uma personagem alegórica que representa o bem ligado ao céu e ao paraíso. Teve uma representação não tão boa como outras personagens. É uma personagem calma, mas não me seduziu. Também outras personagens como o Fidalgo e o Sapateiro estiveram muito bem nas suas representações. Mas foi o Parvo que deu luz ao espetáculo. Qualquer coisa fora do comum. Fantástico, esplêndido, maravilhoso. Não há palavras que o descrevam. Faz-nos rir com apenas o seu olhar. Para mim, um dos melhores atores que já vi. O cenário também contribuiu para o realismo da dramatização com jogos de luz e de sombra.
Uma das melhores representações a que já assisti.
Luís Príncipe, 9ºB (ano letivo 2016/17)

A peça Auto da Barca do Inferno, representada no Teatro Arte D´Encantar, em Matosinhos, é encenada por Bruno Cunha.
Primeiro, posso e devo dizer que a peça de Gil Vicente foi bem representada. Os atores estavam fabulosos, uma ótima dicção, uma bela caracterização. Bom trabalho dos técnicos de som e de luzes, das costureiras e maquilhagem que ajudaram a entender melhor a peça e a entender o estilo de vida do séc. XVI.
Em segundo lugar, a peça tem dez personagens-tipo e duas personagens alegóricas. As personagens alegóricas são o Anjo e o Diabo e as personagens-tipo são o Fidalgo, Onzeneiro, Sapateiro, Parvo, Frade Alcoviteira, Judeu, Corregedor e Procurador, Enforcado, Quatro Cavaleiros. Mas, para mim, o Parvo foi a melhor personagem, o ator encarnou bem, digo, todos encarnaram bem as personagens, mas o Parvo fazia-nos rir e ainda hoje me lembro das falas dele.
Em terceiro lugar, muitos dos atores encarnaram várias personagens o que demonstra um profissionalismo tremendo. Não é fácil representar várias personagens, várias falas, tudo faz com que o trabalho dos atores seja fabuloso e revele um grande talento.
Concluindo, adorei a peça que tem uma moral: temos de ser bons porque só assim é que vamos para o paraíso. Aconselho a irem ver. A peça diverte com a naturalidade dos diálogos. Parabéns pelo excelente trabalho! Obrigada por se esforçarem por nós!
Jéssica Barros, 9ºB

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

CUIDADO COM ELAS!

Microconto em 77 palavras, da Bruna Gomes, 9ºB.

- É melhor teres cuidado com a tua professora de português! Porque, se for como a minha, consegue ler-te! Sim, ler-te, literalmente. Lê-te os olhos, as palavras que não dizes. A ti e a toda a gente.
- Como?!!!
- Sinceramente, também não sei. Deve ser uma magia qualquer de outro mundo. Mas, com aqueles poderes, também não me atrevo a confrontá-la. É melhor pores-te em alerta vermelho. Não acreditas? Depois não digas que não te avisei! Elas são perigosas!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2016

HISTÓRIA COMUM - PALAVRAS CRUZADAS

Para testares a compreensão da leitura do conto "História comum", de Machado de Assis, resolve as palavras cruzadas, criadas por Paulo Freixinho, aqui.


sexta-feira, 14 de outubro de 2016

MÊS INTERNACIONAL DA BIBLIOTECA ESCOLAR - DESAFIO AOS ALUNOS DE 8ºANO

Ricardo Araújo Pereira e seis alunos falam de bibliotecas e dos “crominhos que adoram ler”. Podes ler toda a reportagem aqui.
"Seis alunos, dos 11 aos 18 anos, encontraram-se há dias com o humorista Ricardo Araújo Pereira para lhe explicar por que é que uma biblioteca escolar é tanto uma “mini-casa” como uma janela para o mundo. Nesta sexta-feira estão novamente juntos para uma conversa mais alargada, numa conferência, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, que assinala os 20 anos da Rede de Bibliotecas Escolares. "

E agora vem o desafio para os alunos de 8ºano:
Questiona família, vizinhos, amigos/colegas mais velhos e mais novos, professores e assistentes operacionias. Podes perguntar-lhes algo sobre:
  • a importância que tem para eles a biblioteca
  • o que lá fazem ou faziam enquanto estudantes
  • o que lá encontram/encontravam de forma a voltarem repetidas vezes
  • atividades dinamizadas que tenham interesse para a vida e que tenham deixado marcas (positivas e/ou negativas)
  • palavras que usam para descrever uma biblioteca
  • ....
Leva as perguntas e as respostas para a aula (em papel ou gravadas).

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

MARIA JUDITE DE CARVALHO - VIDA E OBRA

Maria Judite de Carvalho é a autora da crónica "Castanhas assadas", um texto a ler em sala de aula. Para saberes mais sobre a autora, clique aqui e/ou aqui.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

CRÓNICA

Os pontos mais importantes a ter em conta sobre a crónica:
• Texto jornalístico que parte de situações do quotidiano;
• Assim como o repórter, o cronista inspira-se nos acontecimentos diários e dá-lhes um toque próprio, incluindo elementos como ficção, fantasia e crítica (que o texto essencialmente informativo não contém);
• O autor apresenta os acontecimentos diários e reflete sobre eles;
• É um texto curto e narrado na primeira pessoa, por isso apresenta uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista que transmite ao leitor a sua visão do mundo;
• O autor usa um tom sério ou humorístico, ligeiro ou polémico.


A ARTE DA CRÓNICA
por, João Pereira Coutinho, "Estado crítico", in Expresso, 23 de julho de 2005 (adaptado)

A arte resume-se em 10 leis fundamentais:
1. A crónica não é um género jornalístico; a crónica é um género literário.
2. A crónica pode partir da realidade, mas, não raras vezes, a crónica cria a sus própria realidade.
3. A crónica não é análise nem comentário; a crónica é confissão e hipérbole.
4. A crónica não pretende formar ou influenciar; a crónica deve entreter e, se possível, opinar.
5. A crónica não vive da especialização; a crónica vive da diversidade.
6. A crónica vale pelo estilo e pela substância; em caso de conflito, sacrifique-se a substância.
7. A crónica não pondera opiniões contrárias à sua; a crónica pondera apenas uma opinião que seja contrária às outras.
8. A crónica não está certa ou errada, a crónica está apenas bem escrita ou mal escrita.
9. A crónica é pessoal; a crónica é um prolongamento do ego.
10. A crónica deve ser tão fácil de ler como de esquecer.

sábado, 17 de setembro de 2016

BIOGRAFIA VISUAL

PRIMEIRO DESAFIO DO ANO LETIVO 2016/2017
Apresento-vos um ator recentemente premiado, Nuno Lopes. À imagem e semelhança do seu currículo visual, publicado na revista do jornal Expresso, faz a tua biografia visual: coloca no centro a tua fotografia atual e vai relembrando os momentos mais marcantes da tua vida, desde o nascimento.
in, revista E, a revista do Expresso, 17/09/2016

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO

Para conheceres cinco curiosidades sobre a língua portuguesa no mundo segue o link.
Este é, também, um site onde podes aprender a escrever melhor e a tirar várias dúvidas sobre a nossa língua.

terça-feira, 24 de maio de 2016

NO MEU PEITO...

No meu peito há uma porta 
que me leva a uma escada 
quando por ela subir 
o mundo vou descobrir 

Muitas portas já abri 
muitas escadas trepei 
várias lições ouvi 
para poder contar o que sei 

No meu peito já não há portas 
nem mais escadas para subir 
tudo o que fiz até hoje 
foi sem medo de cair

Bruna e Paulo Marques, 9ºA

sexta-feira, 20 de maio de 2016

LIBERDADE É...

Liberdade é ter asas que voam sem limites
sobre um campo aberto.

Liberdade é voar sem nunca parar
no caminho para a felicidade.

Liberdade é a escrita que não se apaga
de um livro que se abre e não se fecha.

turma 8ºA

sábado, 7 de maio de 2016

"A INDECÊNCIA MERECE MAIS RESPEITO"

"A indecência merece mais respeito", é uma crónica de Ricardo Araújo Pereira na revista Visão de 5 de maio. E ele tem imensa razão. Coisas destas não se ensinam nas aulas de português. No manual de 8ºano vem uma entrevista a este humorista que, por sinal, não tem graça nenhuma. Analisar esta crónica seria muito mais produtivo. Quem sabe, os alunos aprenderiam de uma vez por todas a escrever!!!...

terça-feira, 26 de abril de 2016

AS SOLUÇÕES

Mais um conto lido na Rádio Sim pela escritora Margarida Fonseca Santos. Desta vez, o conto é do Luís Príncipe, do 8ºC. Ouvir aqui.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

AMOR É...

Começámos a unidade "texto poético" a escrever poesia e da mesma forma terminámos. Cada aluno escreveu uma definição poética de amor com recurso à metáfora. Eis o resultado do 8ºB.

AMOR É
Por vezes uma prisão,
o amor prende dois corpos num só
é um incidente que acontece
e no fim desaparece.

Amor é uma andorinha livre e independente
é vento que corre no deserto
é pássaro livre, vive livremente.

O amor é sangue que ferve nas veias
o amor é água que alimenta a vida
o amor é céu riscado pelo arco-íris.

O amor pode nascer de uma simples metáfora!...

terça-feira, 12 de abril de 2016

ADAMASTOR

Para compreender o episódio "Adamastor", uma animação encontrada no youtube.

domingo, 20 de março de 2016

SÊ...

Introdução ao texto poético: cada aluno fez a sua frase usando uma metáfora. O conjunto das frases do 8ºA deu o texto:

Sê…
a chave que abre a minha felicidade
o lenço que me limpa as lágrimas
o pilar que suporta a minha consciência
a parede onde me encosto para não cair

Sê…
o rouxinol que embala a minha dor
a prisão que prende o meu amor
a arma que faz disparar o meu coração
o livro que faz voar a minha imaginação

Sê…
a chuva que me rega o pensamento
o sol que me acorda todos os dias
a lua que encanta as minhas noites
a luz que ilumina o meu anoitecer

Sê…
a trincheira que me separa dos inimigos
a muralha que me protege
a brasa que me aquece
a borracha que os meus erros apaga

Sê…
a melodia que me encanta
o manual que me ensina
o sorriso que me inspira
a droga que me vicia

SÊ!

Desta vez, as frases poéticas, nascidas metáfora a metáfora, são do 8ºB. Em menos profusão mas com o mesmo sentimento.

Sê as águas do Pacífico e acalma as minhas ondas
o motor que me faz chegar mais longe
a onda que me tira da solidão da ilha.

Sê a luz que me ilumina
e a melodia que alegra o meu dia
a matéria orgânica que me fortalece
o livro que faz voar a minha imaginação.

Sê o um pé de feijão e leva-me às nuvens
o balão que me leva longe.

Sê. Tu mesmo. Pai

sexta-feira, 18 de março de 2016

SÊ...

Mais uma junção de frases dos alunos do 8ºC. Frase a frase, metáfora a metáfora, o texto nasceu e cresceu...

Sê…
o nascer do sol que me acorda todas as manhãs
o sol nos meus dias mais cinzentos
um rio e faz-me flutuar nas tuas águas límpidas
sê a primavera e deixa-me florir.

Sê…
um avião e leva-me a viajar pela vida
uma mochila pois contigo quero viver aventuras
Sê a bússola que me orienta
o farol que não me deixa encalhar
a lanterna que ilumina o meu caminho
a porta que me abre caminhos
sê o mapa que me leva aos confins do mundo.

Sê…
as asas que me permitem voar
a estrela que me guia no escuro  
sê uma chave e abre-me o futuro.

Sê…
um diário onde escrevo as minhas aventuras
um livro que me deixe descobrir as páginas da vida
um teste e põe-me à prova                                                         
sê a correção que elimina os meus defeitos.

Sê…
a roupa que veste a minha personalidade
o chocolate que vai adoçar a minha vida
o búzio que me relaxa
o abraço que me desmonta
sê a manta nos meus momentos mais frios.

 Sê…
a música que me faz sonhar
a história que me embala e adormece
o lápis que escreve o meu destino
o cabide que me suporta
sê o ar que me permite viver.

Sê…
a arma que elimina os meus momentos mais difíceis
a rocha que me protege das ondas
o lenço que limpa as minhas lágrimas
a pomba que me traz a paz.

Sê…
a melodia que alegra os meus dias
a fogueira nas minhas noites mais frias de inverno
o coração que me dá vida
sê o pedaço que me completa.

Sê o professor que me ensina a ser feliz
um bombeiro e resgata-me dos momentos difíceis
um guerreiro e ensina-me a lutar
sê um herói e mostra-me a glória.

Sê o tempo e ensina-me a aproveitar cada momento
o relógio que não me deixa parar
o pássaro que me faz voar.

Sê simplesmente tu.
Fica presente na minha vida.

terça-feira, 15 de março de 2016

SÊ...

Desafio de hoje, lançado aos alunos de 8ºano, para introdução ao texto poético: cada um deveria escrever uma frase, dedicada a alguém, com um pedido em forma de metáfora ou comparação. Unidas as frases, teríamos um poema coletivo. As frases deveriam começar com o imperativo "Sê..."
Os alunos foram mais longe. Apanharam o jeito e escreveram várias. A Rita Rodrigues escreveu tantas que, juntas com certa lógica, deram um texto individual. Aqui fica. O destinatário da mensagem é quem a quiser apanhar: pai, mãe, professor, amigo...

Sê um mapa e guia-me pelo mundo.

Sê os passos que orientam a minha dança
e formam a minha valsa.
Sê a melodia da minha canção
o canto dos pássaros que alegra o meu coração.

Sê a luz que ilumina o meu caminho
e o calor que me aquece em dias frios.

Sê o pilar que me segura e não me deixa cair
o teto que me abriga
a âncora que agarra o meu barco.

Sê a chuva que rega a minha alma
as flores que embelezam o meu jardim.

Sê a borracha que apaga as minhas mágoas
O remédio que me salva da dor.

Sê o meu sonho e preenche-me as noites.

quarta-feira, 9 de março de 2016

E QUANDO O PRECONCEITO SE INSTALA NA SOCIEDADE?

A propósito da leitura do conto de Jorge Amado, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, os alunos de 8ºano foram desafiados a escrever um pequeno texto argumentativo sobre o preconceito dos habitantes do parque. Aqui fica a opinião da Soraia, do 8ºC.

O preconceito instalou-se no parque. Todos falam mal, todos julgam e caluniam o pobre casal apaixonado. Ninguém aceitará a escolha da Andorinha Sinhá. Todos acham que aquele relacionamento só tem um propósito: o Gato Malhado almoçar a jovem Andorinha. 
Num mundo de preconceito, um gato e uma andorinha nunca seriam um casal perfeito. Toda a gente quer intrometer-se na sua vida. Uns criticam-nos por eles serem diferentes um do outro; outros querem arranjar um casamento forçado com alguém da mesma espécie, mesmo que isso traga infelicidade. 
Na minha opinião, o facto de ninguém os aceitar é absurdo. 
Hoje em dia, para algumas pessoas, existem diferenças sociais, económicas, físicas, culturais, de orientação sexual e outras e não as aceitam. Estas pessoas que não aceitam os outros como são e pensam que estão a fazer o melhor e que tudo tem de ser como querem, são mesquinhas. 
Para concluir, acho que, se o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá gostam um do outro e são felizes, deveriam ficar juntos, independentemente do preconceito instalado.

sábado, 5 de março de 2016

MICROCONTO EM 77PALAVRAS

Soma e segue! A leitura dos microcontos em 77palavras pela escritora Margarida Fonseca Santos, na Rádio Sim, continua. Desta feita, o conto é da Mariana Bastos, do 8ºC. O desafio: usar 14 vezes a palavra não.

Fica longe, sim?
Não te quero mais, não quero mesmo! Não vou voltar a ser a tua boneca. Não vou quebrar, desta vez não! Podes continuar a implorar, mas não volto atrás. Hoje, quem não quer sou eu! Já não preciso de ti do meu lado, já não te desejo. Já não me tens, já não és meu dono. Desta vez, não te vou mostrar o meu lado apaixonado, não. Desta vez, aprendi a dizer-te não quero. Fica longe, sim?

quarta-feira, 2 de março de 2016

SABER MAIS SOBRE LUÍS DE CAMÕES

Camões lendo Os Lusíadas a D. Sebastião, em litografia de 1893.
Segue os links para aprofundares os conhecimentos sobre Luís de Camões e a sua obra. A RTP ensina é uma inesgotável fonte de informação.
RTP Ensina - vídeo
RTP Ensina - vídeo

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

GRAMÁTICA - FICHA DE TRABALHO

Ficha de trabalho para alunos de 9ºano

1. Gil Vicente, que é o pai do teatro nacional, foi um dramaturgo que nasceu no século XV
1.1 Dividir esta frase em orações.
1.2 Classificar as orações sublinhadas.
1.3 Indicar a função sintática da 1ª oração sublinhada.
2. Verifiquei que não estudaste a lição.
2.1 Indicar a função sintática desempenhada na oração sublinhada.
2.2 Classificar a oração sublinhada.
2.3 Classificar a conjunção.
3. Completa cada uma das frases abaixo com os verbos indicados entre parênteses, usando apenas tempos simples. 
3.1 Duvido que a grande maioria dos alunos ........... (saber) que Luís de Camões ........ (criar) expressões linguísticas que agora muita gente ……………….. (utilizar).
3.2 Gostaria que ............. (haver) mais leitura e que os alunos ……………………….(conhecer) melhor os poetas portugueses.
3.3 Ao longo dos tempos, muitas pessoas ............ (intervir) para que a vida ………………………. (melhorar).
3.4 É preciso que todos os conhecimentos ………………… (caber) na tua memória.
4. Identificar tempos e modos usados nas frases anteriores. 
5. Indica em qual das frases abaixo a palavra “que” é: 
5.1 um pronome relativo
5.2 uma conjunção subordinativa causal
5.3 uma conjunção subordinativa consecutiva
5.4 uma conjunção subordinativa completiva
a) O livro que lemos ontem foi considerado o melhor do ano.
b) Espero, meus meninos, que estudem muito.
c) Despacha-te, vamos comprar já os bilhetes que a bilheteira já vai fechar.
d) São tantos os livros da lista que não os consigo ler todos.
6. Os professores pedirão aos alunos, todos os dias, que não percam a vontade de estudar.
6.1 Substituir as expressões sublinhadas pelos pronomes pessoais adequados.
6.2 Dividir e classificar as orações.
6.3 Identificar as funções sintáticas das expressões sublinhadas.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

IR À LUTA OU DEIXAR TUDO COM ESTÁ?

Este foi um desafio de escrita (no teste de avaliação!!!) lançado aos alunos de 9ºano. E os resultados surpreenderam, pela positiva, claro!

Lutar ou cruzar os braços? 
Na minha opinião, devemos lutar sempre por aquilo que queremos mesmo que seja a mais pequenina coisa. Por exemplo: lutar por um(a) namorado(a) de que gostamos muito e que estamos prestes a perder; lutar para conseguir uma boa nota num teste, ou em vários; lutar para adquirir um bom futuro, ou um bom emprego; lutar para que os nossos pais tenham orgulho em nós. 
Vamos partir do princípio que os nossos antepassados não tivessem feito nada daquilo que está nos manuais de História. Se calhar, ainda viveríamos na Idade da Pedra, ou talvez na Idade Média e que ainda atirávamos as águas residuais pelas janelas. Não é um bom cenário para nós, pessoas cultas e civilizadas. 
Devemos lutar para que haja renovação, a melhoria das coisas, mas, na sociedade atual, as pessoas só lutam por aquilo que convém, não sabem lutar por grandes causas, como por exemplo, a revolução do vinte e cinco de abril. Se os revolucionários, tivessem ficado em casa, a ver televisão, ou a ouvir rádio, ou a passar tempo com a família, ainda viveríamos em ditadura. 
Por isso, temos que ser como os Cavaleiros do Auto da Barca do Inferno: deixar de ser heróis e lutar por grandes causas. Causas que ajudem, de facto, a sociedade.
Fabiana, 9ºA

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

PALAVRAS

O departamento de português dinamizou um concurso de poesia subordinado ao tema "Palavras". A Bruna Gomes, do 8ºC, arrecadou o 2ºlugar. Aqui fica o seu poema.

Palavras… Como armas
Devem ser usadas
Para os males do mundo apagar
Apontar e matar
A injustiça, a pobreza, a tristeza…

Mas outras palavras nascidas
São tão doces como mel
Amor, felicidade e família…
Estas nunca vou esquecer,
São elas que me fazem crescer

Tantas palavras criadas
Para expressar talento
Para exprimir sentimento
Neste momento são tão desejadas!

E tão melodioso que soa…
um obrigado
um preciso de ti
até mesmo um desculpa
É assim tão difícil de usar?

Palavras,
São o ar que respiro
O perfume que aspiro
O bater do meu coração
A música, a perfeição!

domingo, 14 de fevereiro de 2016

MITOLOGIA GRECO-ROMANA

fonte da imagem: aqui
Para conhecerem os deuses da mitologia greco-romana, os alunos de 9ºano devem fazer uma pesquisa e redigir o texto conforme instruções no manual, página 180. Para isso, aqui ficam alguns links úteis e alguns livros que poderão ser consultados:

  • http://www.prof2000.pt/users/dfpinto/a_grecia/mitologia.htm
  • http://boj.pntic.mec.es/~aalamill/estilos.htm
  • https://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_romana
  • Beaumont, Emilie (2001). A Mitologia. Lisboa, Fleurus. 
  • Cherisey, Thérèse (2004). O meu primeiro Larousse de lendas da mitologia. Porto, Campo das Letras. 
  •  Moncrieff, A, R. Hope (1992). Mitologia clássica guia ilustrado. Lisboa, Editorial Estampa
  • Philip, Neil (1996). Livro ilustrado dos mitos. Lisboa, Círculo de Leitores. 
  • Vida e obra de Luís de Camões (1999). Porto, Porto Editora Multimedia

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

VOU MANDAR-TE PARA LONGE!

A Mariana Bastos, aluna do 8ºC, também aderiu aos desafios dos contos em 77 palavras, promovido pela escritora Margarida Fonseca Santos. Desta vez, o desafio é contar uma história de enganos.

Será que ainda te lembras como me enganei contigo? Completamente apaixonada, corri o mundo atrás de ti! Tu apenas me fizeste mais uma das tuas namoradas e eu a pensar que nos iríamos casar, que os meus pais te iam conhecer. Caí na tua teia. Como foste capaz? E logo enganares-me a mim, a quem dizias ser tua amada. Ainda estou parva, como foste capaz? Sempre me enganaste ou também te apaixonaste? Vou mandar-te embora, para longe. 

HOLOCAUSTO

"O refugiado" (1939), de Felix Nussbaum 
Yad Vashem Art Museum 

Hoje, é dia de lembrar e lamentar.
Há 71 anos, os oficiais do Exército Vermelho entraram em Auschwitz para libertar os prisioneiros. Desse tempo ficaram memórias e algumas pinturas. Cerca de cem pinturas de vítimas do Holocausto que retratam o sofrimento de quem se arriscou a pintar em plena guerra, enquanto enfrentava a ameaça da morte, vão ser, agora, expostas em Berlim.
O artigo completo pode ser lido aqui.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

REDAÇÃO DE TEXTO EXPOSITIVO

Depois da leitura integral da peça de teatro Auto da Barca do Inferno e depois da respetiva análise, os alunos de 9ºano devem redigir um pequeno texto expositivo abordando os seguintes tópicos:
O Auto da Barca do Inferno é um texto satírico que espelha a sociedade quinhentista e mostra uma nação em crise. Justifica esta afirmação tendo em conta os seguintes tópicos: 

  • Nome do autor
  • Data em que foi escrita a peça
  • Argumento 
  • O que/quem é criticado
  • De que forma é feita a crítica
  • Moralidade da peça
  • Intemporalidade da mensagem

AUTO DA BARCA DO INFERNO

Para melhor compreensão da obra Auto da Barca do Inferno, os alunos de 9ºano podem consultar uma grelha síntese da obra. É só seguir o link.


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

ENGANADA!

- Enganada! Fui completamente enganada! Antes de nos casarmos eras tão trabalhador e amável! E agora? Agora não fazes absolutamente nada! Como fui burra, deviam pôr-me umas palas nos olhos! A minha mãe avisou-me! Que não eras homem para mim! Que eras um impostor! Mas eu não lhe liguei, ela estava a alucinar… Ai! Se continuares assim, tens bom remédio! Ponho-te as malas fora de portas. Como posso ser assim, perguntas tu? Meu amigo, ainda não viste nada!

microconto em 77 palavras da Bruna Gomes, 8ºC (ano letivo 2015/16)

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

HÁ PALAVRAS QUE NOS BEIJAM

Há palavras que nos beijam
Como se tivessem boca.
Palavras de amor, de esperança,
De imenso amor, de esperança louca.

Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.

De repente coloridas
Entre palavras sem cor,
Esperadas inesperadas
Como a poesia ou o amor.

(O nome de quem se ama
Letra a letra revelado
No mármore distraído
No papel abandonado)

Palavras que nos transportam
Aonde a noite é mais forte,
Ao silêncio dos amantes
Abraçados contra a morte.

Alexandre O'Neill, in No Reino da Dinamarca 

Mais poemas sobre o tema "Palavras" podem ser lidos no site citador (seguir o link).

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

CONCURSO DE POESIA

O departamento de português do Agrupamento, em colaboração com a equipa das BE, promove, mais uma vez, um concurso de poesia para os alunos de 1º, 2º e 3ºciclos.
Vai à caça das palavras!!! Participa.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

AUTO DA BARCA DO INFERNO

 A. A época 
1. Idade Média (período histórico que vai do século V ao século XV). 
1.1 Período de grande religiosidade, tudo se subordinava à ideia de que Deus era “a medida de todas as coisas”: teocentrismo. 
1.2 Na vida quotidiana aceitava-se o sofrimento, o trabalho mal pago, a doença e as provações como forma de salvação da alma. As práticas religiosas, não conformes com a Igreja, eram condenadas e as pessoas que as praticavam eram queimadas. Era valorizada a morte em combate pela Fé cristã. A ideia da Morte passou a ser uma obsessão e era representada como um esqueleto que a todos ceifa com a sua foice. 
2. Assiste-se à substituição do latim (língua oficial do Império Romano) pelas diferentes línguas nacionais, de origem latina: português, castelhano, catalão, francês, provençal, italiano, romeno. 
3. Vive-se em constante estado de guerra. 
4. A sociedade está dividida em classes: a nobreza (os senhores ocupavam-se da guerra, da administração das suas terras e com jogos); o clero (membros da Igreja com todo o poder, saber e riqueza); o povo (os servos cultivavam as terras e não tinham quaisquer direitos). 
5. A literatura tem os seguintes traços: lirismo trovadoresco (amor puro, espiritual); teatro de base religiosa (representação de cenas da Bíblia, da vida de Cristo e dos Apóstolos); narrativas de vida de santos, de fábulas moralizadoras ou de cavalaria); alegorias. 
A obra máxima de toda a Idade Média é A Divina Comédia de Dante: representação simbólica da vida após a morte. 
B. Vida e obra de Gil Vicente 
1. Data e local de nascimento incertos (1465? Guimarães?); 
2. Data de morte incerta (entre 1536 e 1540?); 
3. Profissão incerta (Alfaiate? Ourives?); 
4. Casado duas vezes e pai de muitos filhos; 
5. 1502: representação da primeira peça, Monólogo do Vaqueiro, pelo próprio Gil Vicente, para comemorar o nascimento do futuro rei D. João III; 
6. 1517 (?): representação da peça Auto da Barca do Inferno
7. 1536: representação da última peça Floresta de Enganos
8. Entre estas datas escreveu cerca de meia centena de peças; 
9. Teve problemas com a Inquisição que proibiu algumas das suas peças; 
10. Classificação das suas peças: 
- Autos, de inspiração ou motivação religiosa (autos pastoris e moralidades); 
- Autos, de inspiração ou motivação profanas (farsas e comédias). 
11. Considerado o criador do teatro português uma vez que antes dele apenas se faziam representações religiosas. 
12. Gil Vicente retratou, com refinada comicidade, a sociedade portuguesa do século XVI, demonstrando uma grande capacidade de observação ao traçar o perfil das personagens. Crítico severo dos costumes, (de acordo com a máxima "Ridendo castigat mores" – a rir corrigem-se os costumes), Gil Vicente é também um dos mais importantes autores satíricos da língua portuguesa. 
C. Compreender a peça 
1. Temática 
Peça de inspiração religiosa é, sobretudo, uma peça de crítica social. Auto de moralidade, pretende transmitir lições sobre o bem e o mal, as virtudes e os vícios. O seu conteúdo é de natureza alegórica. O assunto é a viagem das almas após a morte e o julgamento que as condena ao Inferno, como castigo, ou as envia para o Paraíso, como prémio. 
2. Cenário 
É muito rudimentar. Há um rio e duas barcas: a do Diabo toda enfeitada porque é festa e a do Anjo muito sóbria e austera. Não há uma história, as personagens desfilam uma a uma. Vão à barca do Diabo, depois à do Anjo e regressam à do Diabo onde embarcam: é o percurso cénico da maioria das personagens. 
3. Personagens 
Duas são alegóricas, o Anjo e o Diabo, as outras são humanas. Trazem adereços (símbolos cénicos) que as identificam. São tipos pois representam os defeitos da classe social a que pertencem, não se representam a si mesmas. 
4. Processos de cómico 
Cómico de situação; Cómico de caráter; Cómico de linguagem. 
5. Linguagem
Português medieval, com muitos arcaísmos; vários níveis de língua, de acordo com a classe social da personagem; vários recursos linguísticos: eufemismos; jogos de palavras/trocadilhos; ironia; repetições

 Mais informação, aqui.

REDAÇÃO DA BIOGRAFIA DE MIGUEL TORGA


Trabalho para os alunos de 8ºano (janeiro de 2016)
  • Segue os links (aqui e aqui) e redige a biografia de Miguel Torga obedecendo aos seguintes tópicos: 
1. Verdadeiro nome de Miguel Torga.
2. Origem do pseudónimo.
3. Data e local de nascimento e morte.
4. Meio social a que pertencia a sua família.
5. País para onde emigrou: quando e por quanto tempo.
6. Estudos superiores: quais e onde.
7. Características de Trás-os-Montes destacadas na sua obra.
8. Título do seu primeiro livro de poesia, do seu primeiro livro em prosa, do seu primeiro e único romance, da sua primeira peça de teatro.
9. Prémios que lhe foram atribuídos ao longo da vida.


  • Faz um comentário crítico à frase de Miguel Torga. Tem em conta a data em que foi escrita e refere a sua atualidade.